Após quase dois anos de mobilização liderada por Michel Platini, o principal ponto de testagem do DF foi preservado. Em um local por onde circulam setecentas mil pessoas diariamente, manter o CTA é garantir acesso, prevenção e vida.

A defesa da saúde pública no Distrito Federal tem sido marcada por mobilizações fundamentais protagonizadas pelo ativista Michel Platini, especialmente na luta pela manutenção do Centro de Testagem e Aconselhamento da Rodoviária do Plano Piloto. Por quase dois anos, Michel conduziu atos, abraços simbólicos, reuniões com gestores e movimentos junto à sociedade civil para impedir o fechamento do principal equipamento de testagem do DF. Localizado no maior ponto de circulação de pessoas do Distrito Federal, a Rodoviária recebe diariamente cerca de setecentas mil pessoas. A retirada do serviço desse espaço significaria reduzir drasticamente o acesso à testagem, afetando diretamente a cultura de prevenção construída ao longo de décadas.
Durante esse período de mobilização contínua, Michel Platini ressaltou que o CTA da Rodoviária é mais do que um ponto de testagem. É uma estratégia de saúde pública. Um instrumento essencial para alcançar pessoas que, de outra forma, não buscariam serviços de saúde em regiões mais afastadas. O impacto territorial e humano desse local é inegável e determinante para diagnósticos precoces, prevenção combinada, aconselhamento e encaminhamento para tratamento imediato.
A partir do diálogo persistente com a Secretaria de Saúde, especialmente na gestão da secretária Lucilene Florêncio, houve compromisso público de manter e reformar o serviço na Rodoviária. A unidade passou também a oferecer vacinação, ampliando sua capacidade de cuidado e reforçando o papel estratégico daquele espaço para a população mais vulnerabilizada. Além disso, a Secretaria assumiu o compromisso de fortalecer o CEDIN (antigo Hospital Dia) como mais um ponto de testagem, expandindo a rede e descentralizando o acesso.
A manutenção do CTA da Rodoviária é resultado direto da mobilização de ativistas, profissionais e movimentos sociais que reconhecem que saúde pública se faz com presença, com garantia de direitos e com políticas construídas onde as pessoas estão. A atuação de Michel Platini reafirma que conquistas estruturantes só são possíveis quando há vigilância, participação social e defesa inegociável da vida.


